O MPV em parceria com a Aliança Medicina e Pedagogia Antroposófica trazem o lançamento virtual do livro “Escola Woke” – quarta-feira (11/02) às 20:30 hs, com a mestre em Educação, Anamaria Camargo
Pais e mães brasileiros têm cada vez menos liberdade de escolhas quando o tema é a educação de seus filhos. Embora os mais atingidos sejam obviamente aqueles que não podem pagar por uma escola privada, eles não são os únicos, uma vez que, mesmo na rede privada, a diversidade de oferta curricular tem sido continuamente tolhida.
Afinal, os currículos de todas as escolas, sejam públicas ou privadas, precisam incluir os objetivos de aprendizagem estabelecidos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Pior: os cursos de formação de professores, de todas as escolas, públicas ou privadas, devem obrigatoriamente seguir currículos chancelados pelo Ministério da Educação (MEC).
O que os pais esperam das escolas é que ela ensinem as noções fundamentais do que foi feito de melhor pelos que vieram nas gerações anteriores e que esses ensinamentos garantam uma base acadêmica e moral para que seus filhos se desenvolvam e se transformem em adultos éticos, capazes e independentes.
No entanto, esse objetivo está cada vez mais distante, pois a escola vem se tranformando cada vez mais em uma escola woke; ou seja, disrruptiva em relação aos fundamentos da civilização ocidental. Com efeito, embora ainda existam materiais didáticos abertamente enviesados por conteúdos “marxistas raiz”, eles não representam o maior risco porque são transparentes, fáceis de apontar.
No entanto, a linguagem woke, por seu lado, manifesta-se em palavras e expressões que conhecemos, mas cujos significados foram corrompidos sem que as pessoas se dessem conta. Diversidade, empatia, inclusão, equidade, resiliência, democracia, sustentabilidade, bem-estar, tolerância e direitos humanos são apenas alguns exemplos.
Deturpados, tais termos estão presentes em documentos oficiais de órgãos do governo brasileiro que determinam abordagens educacionais, conteúdos curriculares, formação docente e políticas de combate à violência nas escolas, entre outros.
Este livro tem o objetivo de auxiliar cidadãos comuns, pais e mães em particular a tarefa importantes e vitais para a saúde psíquica da sociedade:
1º – entender como o wokismo, explicitamente presente nas políticas públicas para a Educação no Brasil, pode impactar o ensino nas escolas públicas e privadas, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio;
2º – identificar e a reagir à insidiosa presença do wokismo nos contextos cotidianos em que a educação escolar dos seus filhos está incluída; e, assim,
3º – incentivar mudanças que permitam escolhas realmente livres.
Na desta live especial de quarta-feira promovida pelo MPV em parceria com a Aliança Medicina e Pedagogia Antroposófica de quarta-feira (11/02) às 20h30:
Anamaria Camargo é presidente do Instituto Livre pra Escolher, mestre em Educação pela universidade de Hull e autora do livro “Escola Woke”: Como o Método Paulo Freire foi retrofitado para os dias de hoje.
Dra. Ana Cristina Malheiros Ferretti é Médica Psiquiatra, com Certificação Internacional em Medicina Antroposófica (Suíça) e membro do Senior Fellow Program – Independent Medical Alliance (EUA). Em seu trabalho médico, baseado em Psiquiatria Integrativa, mantém ênfase profissional na promoção da saúde e desenvolvimento humano. É Coordenadora do Médicos Pela Vida e Coordenadora do Fórum Internacional de Membros/ Antroposofia. Instagram: @draanacristina.psiquiatra. Website: https://www.draanacristinapsiquiatra.com.br/
Perguntas ao vivo: Wpp: 31-99953-7945
Links para assistir esta live ao vivo: Youtube: https://youtube.com/@mpvlives
Para filiação: https://portal.medicospelavida.org.br
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